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	<title>Comentários sobre: A justiça só é cega quando não quer ver</title>
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	<description>Site pessoal de Marlos Ápyus onde são publicados um pouco de seus pensamentos e trabalhos.</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:09:09 +0000</pubDate>
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		<item>
		<title>Por: Ricardo Pereira</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1979</link>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 17:50:22 +0000</pubDate>
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		<description>Seu inconformisco com a justiça é explicável.
Farei simples questionamentos, só para vc repensar em algumas questões.
Sobre a questão de células tronco:
Após décadas de pesquisas, cientistas discutem sobre a aplicabilidade de células tronco.
Há os que defendem, e os que contestam.
Se a questão fosse tão simples, tão infantil, eles já haveriam resolvido esse problema há muito tempo, e o Judiciário nem teria sido questionado sobre isso.
Além do mais, mesmo após decisão do Poder Judiciário, essa questão é questionada. 
Sobre a necessidade de reflexão e o resultado de julgamentos da forma "infantil":
A falta de reflexões mais profundas, seria uma forma de retroagir no tempo.
A justiça infantil é aquela bem simples, decorrente do primeiro e mais simples ordenamento jurídico já criado, a lei de talião: "Olho por olho, dente por dente".
A reflexão, e os estudos promoveram grandes evoluções, e talvez uma das mais modernas, e que tenho certeza q te agrada muito é o famoso código de defesa do consumidor.
Felizmente, em relação a consumidores e fornecedores, a balança pesa para um lado, senão, a insjustiça seria ainda maior.
Isto é reflexo de estudos aprofundados, análise do princípio da igualdade, e tantas outras questões filosóficas.
Já, no que se refere à Escuta telefônica, a situação é bem mais complexa também.
O Judiciário comente seus erros, assim como os policiais e todos os cidadãos comuns.
O direito à intimidade de privacidade deve ser respeitado, porque nem só para coisas boas a polícia trabalha. Talvez vc devesse estar escrevendo sobre desvios de conduta, falta de ética, ou serviços que a polícia pratica em favor de terceiros.
Aí sim, vc perceberia que poder demais em mãos erradas, pode ocasionar graves problemas.

Não se preocupe, qdo vc passar dos 20 anos, e for um pouco mais maduro, perceberá que a vida não é tão infantil assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seu inconformisco com a justiça é explicável.<br />
Farei simples questionamentos, só para vc repensar em algumas questões.<br />
Sobre a questão de células tronco:<br />
Após décadas de pesquisas, cientistas discutem sobre a aplicabilidade de células tronco.<br />
Há os que defendem, e os que contestam.<br />
Se a questão fosse tão simples, tão infantil, eles já haveriam resolvido esse problema há muito tempo, e o Judiciário nem teria sido questionado sobre isso.<br />
Além do mais, mesmo após decisão do Poder Judiciário, essa questão é questionada.<br />
Sobre a necessidade de reflexão e o resultado de julgamentos da forma &#8220;infantil&#8221;:<br />
A falta de reflexões mais profundas, seria uma forma de retroagir no tempo.<br />
A justiça infantil é aquela bem simples, decorrente do primeiro e mais simples ordenamento jurídico já criado, a lei de talião: &#8220;Olho por olho, dente por dente&#8221;.<br />
A reflexão, e os estudos promoveram grandes evoluções, e talvez uma das mais modernas, e que tenho certeza q te agrada muito é o famoso código de defesa do consumidor.<br />
Felizmente, em relação a consumidores e fornecedores, a balança pesa para um lado, senão, a insjustiça seria ainda maior.<br />
Isto é reflexo de estudos aprofundados, análise do princípio da igualdade, e tantas outras questões filosóficas.<br />
Já, no que se refere à Escuta telefônica, a situação é bem mais complexa também.<br />
O Judiciário comente seus erros, assim como os policiais e todos os cidadãos comuns.<br />
O direito à intimidade de privacidade deve ser respeitado, porque nem só para coisas boas a polícia trabalha. Talvez vc devesse estar escrevendo sobre desvios de conduta, falta de ética, ou serviços que a polícia pratica em favor de terceiros.<br />
Aí sim, vc perceberia que poder demais em mãos erradas, pode ocasionar graves problemas.</p>
<p>Não se preocupe, qdo vc passar dos 20 anos, e for um pouco mais maduro, perceberá que a vida não é tão infantil assim.</p>
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	<item>
		<title>Por: Handerson SerraPassos</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1905</link>
		<dc:creator>Handerson SerraPassos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 16:00:51 +0000</pubDate>
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		<description>Achei muito boa essa reflexão. 

Na verdade, o ato de ficar calado não necessariamente deve ser interpretado pelo juiz como benéfico a quem assim se mostra, o réu não é obrigado a produzir prova em seu desfavor, por isso o direito de ficar calado.

Mas o juiz também não pode condenar somente se baseando nesse ato de ficar calado, tem que ter outras provas.

Quanto as escutas telefônicas... em nosso país, a constituição protege o direito à intimidade, a vida privada. São direitos relativos e não absolutos, mas para poder passar por cima deles é exigido uma autorização da justiça, que, pelo que eu sei precisa ser fundamentada com algum indício de suspeita.

Também não se dá carta branca para a Polícia invadir a intimidade de quem quer que queira ao seu bel prazer. Isso poderia ser bom por um lado e mau por outro. Porque sob o pretexto de investigar poderia se ter outros interesses por detrás disso e porque simplesmente seria violado o bem jurídico da intimidade e vida privada...

Mas, o que seria o ideal?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito boa essa reflexão. </p>
<p>Na verdade, o ato de ficar calado não necessariamente deve ser interpretado pelo juiz como benéfico a quem assim se mostra, o réu não é obrigado a produzir prova em seu desfavor, por isso o direito de ficar calado.</p>
<p>Mas o juiz também não pode condenar somente se baseando nesse ato de ficar calado, tem que ter outras provas.</p>
<p>Quanto as escutas telefônicas&#8230; em nosso país, a constituição protege o direito à intimidade, a vida privada. São direitos relativos e não absolutos, mas para poder passar por cima deles é exigido uma autorização da justiça, que, pelo que eu sei precisa ser fundamentada com algum indício de suspeita.</p>
<p>Também não se dá carta branca para a Polícia invadir a intimidade de quem quer que queira ao seu bel prazer. Isso poderia ser bom por um lado e mau por outro. Porque sob o pretexto de investigar poderia se ter outros interesses por detrás disso e porque simplesmente seria violado o bem jurídico da intimidade e vida privada&#8230;</p>
<p>Mas, o que seria o ideal?</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Levino</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1895</link>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 14:11:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.apyus.com/?p=859#comment-1895</guid>
		<description>Vê o que o elio Gaspari escreve hoje na Folha e o caminho que uma conversa pode tomar num grampo:

"A Polícia Federal localizou uma conversa telefônica de Gilberto Carvalho com Lula. Deu-se o seguinte diálogo:
- Chefe, entre janeiro e junho conseguimos 1,4 milhão, 24,27% acima do mesmo período do ano passado.
- Você acha que podemos chegar a 2 milhões até o fim do ano?
- Barbada.
- Eu achava que não conseguiríamos.
Essa conversa é falsa, inventada pelo signatário, diante de um teatro no qual os grampos tornaram-se uma modalidade preferencial de expressão. Mesmo assim, os números são verdadeiros. No primeiro semestre, a economia brasileira produziu 1,4 milhão de novos empregos com carteira assinada. Tudo indica que o ano terminará batendo a marca dos 2 milhões."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vê o que o elio Gaspari escreve hoje na Folha e o caminho que uma conversa pode tomar num grampo:</p>
<p>&#8220;A Polícia Federal localizou uma conversa telefônica de Gilberto Carvalho com Lula. Deu-se o seguinte diálogo:<br />
- Chefe, entre janeiro e junho conseguimos 1,4 milhão, 24,27% acima do mesmo período do ano passado.<br />
- Você acha que podemos chegar a 2 milhões até o fim do ano?<br />
- Barbada.<br />
- Eu achava que não conseguiríamos.<br />
Essa conversa é falsa, inventada pelo signatário, diante de um teatro no qual os grampos tornaram-se uma modalidade preferencial de expressão. Mesmo assim, os números são verdadeiros. No primeiro semestre, a economia brasileira produziu 1,4 milhão de novos empregos com carteira assinada. Tudo indica que o ano terminará batendo a marca dos 2 milhões.&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marlos Ápyus</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1892</link>
		<dc:creator>Marlos Ápyus</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 16:26:44 +0000</pubDate>
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		<description>Agora concordo mais contigo. De fato a população faz esta condenação prévia (que é bem diferente de julgamento prévio). Mas assim como já argumentei em situações anteriores, penso que neste caso o erro não está no comportamento da polícia, mas sim no da população e, independente de quão mais difícil seja, havemos de combater este. Acho que vou abrir um novo post só para responder melhor o que tu falou.

Sobre o Reinaldo, estou ligado nas viagens dele. Mas gosto de ler todos os lados, inclusive o Doria e o Bob (aliás, o que, na minha opinião, mais instiga pela novelização que faz dos fatos) e tentar aproveitar o que for possível de todos, alguns mais (como Lúcia Hippólito), outros menos (como o próprio Reinaldo). Acho que destes nomes mais famosos, só tenho me recusado a ler o PHA porque me parece totalmente insano. E olhe que eu leio Ailton Medeiros (espero que ele não leia isso, he he he he). Mas valeu o toque.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora concordo mais contigo. De fato a população faz esta condenação prévia (que é bem diferente de julgamento prévio). Mas assim como já argumentei em situações anteriores, penso que neste caso o erro não está no comportamento da polícia, mas sim no da população e, independente de quão mais difícil seja, havemos de combater este. Acho que vou abrir um novo post só para responder melhor o que tu falou.</p>
<p>Sobre o Reinaldo, estou ligado nas viagens dele. Mas gosto de ler todos os lados, inclusive o Doria e o Bob (aliás, o que, na minha opinião, mais instiga pela novelização que faz dos fatos) e tentar aproveitar o que for possível de todos, alguns mais (como Lúcia Hippólito), outros menos (como o próprio Reinaldo). Acho que destes nomes mais famosos, só tenho me recusado a ler o PHA porque me parece totalmente insano. E olhe que eu leio Ailton Medeiros (espero que ele não leia isso, he he he he). Mas valeu o toque.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marlos Ápyus</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1891</link>
		<dc:creator>Marlos Ápyus</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 16:21:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá "Anônimo",

Obrigado por sua sinceridade, e concordo quando você diz que a população neste caso não se deixa passar por idiota. Até agora não vi uma "baixa autoridade" sequer concordar que foi um abuso o uso de algemas nestas últimas semanas.

Só pediria para que evitasse o anonimato (ou semi, já que, como frisou, possuo teu e-mail). Adote ao menos um pseudônimo para que saibamos quando é você que está opinando. No mais, sinta-se livre para comentar aqui, principalmente quando minhas palavras te darem "urticárias". Sem bem vinda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá &#8220;Anônimo&#8221;,</p>
<p>Obrigado por sua sinceridade, e concordo quando você diz que a população neste caso não se deixa passar por idiota. Até agora não vi uma &#8220;baixa autoridade&#8221; sequer concordar que foi um abuso o uso de algemas nestas últimas semanas.</p>
<p>Só pediria para que evitasse o anonimato (ou semi, já que, como frisou, possuo teu e-mail). Adote ao menos um pseudônimo para que saibamos quando é você que está opinando. No mais, sinta-se livre para comentar aqui, principalmente quando minhas palavras te darem &#8220;urticárias&#8221;. Sem bem vinda.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Levino</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1890</link>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 14:03:33 +0000</pubDate>
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		<description>na mosca! usei os termos. mafaldinhas e remelentos. penitência em público =)

usei num comentário sobre um grupo musical de brasília. confesso. nem lembro o nome. aliás, por causa dele recebi e-mails tão aborrecidos e mal educados quanto os textos de reinaldo. mas gosto desses termos que ele criou. dos termos. do ideário em geral, não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na mosca! usei os termos. mafaldinhas e remelentos. penitência em público =)</p>
<p>usei num comentário sobre um grupo musical de brasília. confesso. nem lembro o nome. aliás, por causa dele recebi e-mails tão aborrecidos e mal educados quanto os textos de reinaldo. mas gosto desses termos que ele criou. dos termos. do ideário em geral, não.</p>
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	<item>
		<title>Por: Leitor comentador</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1889</link>
		<dc:creator>Leitor comentador</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 13:38:44 +0000</pubDate>
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		<description>As provas são solicitadas a mim? Vc deve conhecer o ditado que diz que, na imprensa escrita, a nóticia de hoje embrulha o peixe de amanhã... Mesmo nesses tempos de internet.
Mas, dei-me o trabalho de digitar no google "rodrigo levino", "mafaldinhas" e "remelentos" (estas últimas, expressões célebres utilizadas pelo RA para qualificar (?) os estudantes da USP na ocupação do prédio da universidade no ano passado e, de primeira, veio-me a memória como uma de suas citações do RA). Apareceu um artigo seu, parafraseando-o. Despretensioso, nada político, sobre música. Mas, apareceu.
Meu debate, aqui, não é vc, mas o texto em comento. Rebati suas colocações, não vc. O blogueiro tem meu e-mail, se quiser, ele pode solicitar a minha identificação, para conhecimento exclusivo dele. 
"Anônimo", aqui, é só uma expressão da minha localização nessa estrutura midiática. Mudo para "leitor comentador", se assim se sente mais confortável. Se o blogueiro discordar (o que não me pareceu, pela publicação do cometário) de ambas as designações, que exclua meus comentários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As provas são solicitadas a mim? Vc deve conhecer o ditado que diz que, na imprensa escrita, a nóticia de hoje embrulha o peixe de amanhã&#8230; Mesmo nesses tempos de internet.<br />
Mas, dei-me o trabalho de digitar no google &#8220;rodrigo levino&#8221;, &#8220;mafaldinhas&#8221; e &#8220;remelentos&#8221; (estas últimas, expressões célebres utilizadas pelo RA para qualificar (?) os estudantes da USP na ocupação do prédio da universidade no ano passado e, de primeira, veio-me a memória como uma de suas citações do RA). Apareceu um artigo seu, parafraseando-o. Despretensioso, nada político, sobre música. Mas, apareceu.<br />
Meu debate, aqui, não é vc, mas o texto em comento. Rebati suas colocações, não vc. O blogueiro tem meu e-mail, se quiser, ele pode solicitar a minha identificação, para conhecimento exclusivo dele.<br />
&#8220;Anônimo&#8221;, aqui, é só uma expressão da minha localização nessa estrutura midiática. Mudo para &#8220;leitor comentador&#8221;, se assim se sente mais confortável. Se o blogueiro discordar (o que não me pareceu, pela publicação do cometário) de ambas as designações, que exclua meus comentários.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Levino</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1888</link>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 12:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>opa! apresente as provas, haha! 

ah, e saia do anonimato. o ambiente é higiênico e próprio para debates limpos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>opa! apresente as provas, haha! </p>
<p>ah, e saia do anonimato. o ambiente é higiênico e próprio para debates limpos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anônimo</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1887</link>
		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 04:07:00 +0000</pubDate>
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		<description>Vim de blog em blog, e acabei parando aqui, mais uma vez.
Engraçado, eu já li, no jornal de hoje, esse moço aí, o Rodrigo levino, parafraseando o RA...
Li algumas coisas suas, Marlos, que, de imediato, me dão urticária, porque parece que você avalia tudo por uma lógica de custo-benefício.
Mas, neste caso específico, vc tem razão. Palavras-chaves permitem a validação da defesa da PF: democracia e república. Essas são funções do instituições públicas.
Algumas pessoas tentam desvirtuar esses conceitos e, absurdamente, usá-los para censurar órgãos promotores destes.
Acho intrigante que aja uma intensa mobilização da mídia em condenar o uso de grampos, algemas, etc. Mas, essa mesma mídia se presta a publicação de dossiês e tantas outras peças incriminatórias de pessoas públicas (e pela lógica aqui apresentada das consequência do acompanhamento e publicidade de suspeitos, peças tb condenatórias).
Desse história toda, digo que a mídia, até agora, foi a única a sair queimada. Ela expôs suas peças e estratégias, por acreditar na estupidez da população. A população, por sua vez, tem mostrado não ser idiota, no sentido etimológico da palavra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vim de blog em blog, e acabei parando aqui, mais uma vez.<br />
Engraçado, eu já li, no jornal de hoje, esse moço aí, o Rodrigo levino, parafraseando o RA&#8230;<br />
Li algumas coisas suas, Marlos, que, de imediato, me dão urticária, porque parece que você avalia tudo por uma lógica de custo-benefício.<br />
Mas, neste caso específico, vc tem razão. Palavras-chaves permitem a validação da defesa da PF: democracia e república. Essas são funções do instituições públicas.<br />
Algumas pessoas tentam desvirtuar esses conceitos e, absurdamente, usá-los para censurar órgãos promotores destes.<br />
Acho intrigante que aja uma intensa mobilização da mídia em condenar o uso de grampos, algemas, etc. Mas, essa mesma mídia se presta a publicação de dossiês e tantas outras peças incriminatórias de pessoas públicas (e pela lógica aqui apresentada das consequência do acompanhamento e publicidade de suspeitos, peças tb condenatórias).<br />
Desse história toda, digo que a mídia, até agora, foi a única a sair queimada. Ela expôs suas peças e estratégias, por acreditar na estupidez da população. A população, por sua vez, tem mostrado não ser idiota, no sentido etimológico da palavra.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Levino</title>
		<link>http://www.apyus.com/a-justica-so-e-cega-quando-nao-quer-ver/comment-page-1/#comment-1885</link>
		<dc:creator>Rodrigo Levino</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 20:35:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.apyus.com/?p=859#comment-1885</guid>
		<description>quando prendem, há, pela própria cultura do brasileiro, condenação prévia. inclusive de inocentes. inclusive, se fosse o caso, condenação a você. que, provavelmente teria, como consequência imediata (já que se explicar ou corrigir um erro da justiça não é um estalo de dedos) é perder todos os clientes, que afinal, não vão querer trabalhar com alguem que foi preso. ah, e cuidado com reinaldo azevedo. é um péssimo exemplo, inclusive de jornalismo. melhor ler pedro doria e bob fernandes, rs. pelo menos pra mim. mas cada qual, cada qual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quando prendem, há, pela própria cultura do brasileiro, condenação prévia. inclusive de inocentes. inclusive, se fosse o caso, condenação a você. que, provavelmente teria, como consequência imediata (já que se explicar ou corrigir um erro da justiça não é um estalo de dedos) é perder todos os clientes, que afinal, não vão querer trabalhar com alguem que foi preso. ah, e cuidado com reinaldo azevedo. é um péssimo exemplo, inclusive de jornalismo. melhor ler pedro doria e bob fernandes, rs. pelo menos pra mim. mas cada qual, cada qual.</p>
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