Há coisa de dez dias revirei por completo uma estante cheia de livros e mofo que se encontra no quarto dos fundos. Encontrei muito best-seller, ou os hypes de uma época em que ninguém sabia o significado dessas palavras. Tinha Cristiane F., toda drogada e prostituída, Brumas de Avallon, vários Agathas Cristies, Sidney Sheldon, Luís Fernando Veríssimo. Pesquei algumas poucas coisas que senti um mínimo interesse de ler. Entre eles uma coletânea de contos sobre “desejo”, com textos de Eduardo Bueno, o já citado LFV, Freud, Dostô (graaande Dostô) e outros. Um outro era Feliz Ano Velho, que comecei a folhear as páginas ainda há pouco. Sempre concluo a “primeira leitura” na página quarenta. Quer dizer… Sempre tento concluir. Alguns livros não consigo passar da vinte. Mas, chegando à quarenta, é um passo para se apegar e concluir o livro. Estou curtindo. De fato, e me parece que até sem querer, o Marcelo Rubens Paiva consegue ficar íntimo do leitor utilizando-se único e exclusivamente da sua sinceridade e simplicidade no jeito de falar. Suas palavras nem parecem tão tristes. Mas nosso estômago sente uma pequena dor a cada ponto final - e exclamação. Depois volto aqui para dizer se estou enganado ou não.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 21/05/06 às 11h18 nas seções Arte & Cultura, Resenhas. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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oi marlitos! gostei da mudanca, melhor de sacar as fotos assim.
beijo pra tu tatu.
boga novo!