Não quero ser nem de direita nem de esquerda. Nem de centro. Política não é esporte, daí só ver virtudes na atitude de buscar estar sempre do lado daquele que julgo certo, independente de qualquer torcida. Para todo texto um contexto. Não posso simplesmente dizer que a esquerda tem sempre razão, como fazem muitos irracionalmente por amor à bandeira vermelha, sem antes analisar o contexto.
Ultimamente me vejo bem direita por conta de muita aversão que tenho sentido da esquerda que tanto nos iludiu. Coincidência ou não, tenho lido a Veja todo fim de semana. Pergunto-me se estou inconscientemente me vendendo, como diriam alguns "companheiros". Mas sempre busco subtrair tudo que está escrito nas entrelinhas antes de concordar ou discordar de algo.
Sei que li a postura da Veja sobre as críticas recebidas por ela da parte de nosso presidente e senti nojo… do nosso presidente. Hoje, por intermédio do blog do Tato, cheguei a este texto de Alberto Dines. E hoje senti nojo… da Veja. Talvez se voltar a ler seu editorial, sinta nojo do Alberto. Talvez não. E aqui falta-me saber distinguir quem está com a paixão e quem está com a razão.
Em política, devemos esquecer por completo da paixão. Disso eu sei.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 22/05/06 às 12h24 nas seções Notícias. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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Críticas construtivas são mais que bem vindas. Mas, por favor, evitem o anonimato. Contudo, cada caso será estudado em separado.






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