Uma empresa que não vou dizer o nome por ter um certo rabo preso com ela. Sim, admito. Rabo preso mesmo. Infelizmente. Mas enfim… Contratava eu seus serviços porque a mesma é tida como a melhor do Estado. E de fato é. Contudo, sempre que precisei de alguma manutenção de seus serviços, me degladiava com um atendimento que, tenho certeza (no sentido de “desconfio muito seriamente”), é treinado para se livrar dos problemas. Qualquer dificuldade, a culpa era dos outros. Seria o serviço deles perfeito assim ao ponto de jamais errarem?
Cansado de tanto gastar saliva, e usando o encurtamento de distância que essa maravilhosa internet nos proporciona, resolvi arranhar meu inglês e usá-lo para fechar meu contrato com a representante local e investir alguns trocado na similar, como posso dizer, mundial. Enfim… Troquei a maior empresa do RN pela maior do mundo.
Deixei de ter problemas? Em grande escala, sim. Mas estamos lidando com um mundo imperfeito onde as coisas dão erradas mesmo de vez em quando. E ontem tive um problema com esta mega corporação. Mas sabe qual a diferença? A gigante admite os erros. Envio um e-mail à mesma, e a bendita responde assim: “Thank you for emailing in regards to your situation. I am profusely sorry for the constant struggles that you have been…”
Da pequena empresa potiguar nunca ouvi um único pedido de desculpas por seus erros (e foram vários). Da concorrente gringa leio que a mesma está deveras sentida com o ocorrido, mas que já solucionou o problema.
Espero que isto sirva de alguma forma como lição.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 18/04/08 às 18h37 nas seções Administração & Negócios, Capas. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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