É uma notícia mais ou menos boa. Não gosto de a idéia ser uma imposição. Muito mais interessante seria se benefícios fossem dados a quem tivesse uma cadeira musical. Contudo, a liberação para que qualquer um lecione mesmo não tendo formação na área pode ser um problema. Ao mesmo tempo, me pergunto: por que só música? Por que não teatro? Por que não artes plásticas? Por que não simplesmente arte, e aí qualquer um escolhia qual caminho artístico gostaria de seguir?
Mas, mais que arte, comida e diversão, o povo brasileiro precisa se educar quanto aos seus direitos. Deveria estudar a legislação, os direitos do consumidor, o código de trânsito, ética, o que se ganha sendo ético, as leis trabalhistas, o que diabos é o INSS, o que diabos é o FGTS, como funciona o PIS, matemática financeira. Passei três anos estudando matrizes e derivadas que de nada me serviram até hoje. Já um cálculo de juros para um empréstimo ou financiamento nunca me foi ensinado. Chego a arriscar que 80% de tudo que estudei em 15 anos de primeiro e segundo grau de nada me serviram. E me revolta toda vez que penso no tempo que perdi estudando inutilidades quando tínhamos assuntos bem mais interessantes por aprender.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 27/08/08 às 7h54 nas seções Arte & Cultura, Notícias. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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Críticas construtivas são mais que bem vindas. Mas, por favor, evitem o anonimato. Contudo, cada caso será estudado em separado.






eu tenho a mesma impressão de 80% perdido quando olho pro meu ensino médio e até fundamental. péssimo.