Antes de qualquer coisa, para mim o Brasil só tem três bancos na primeira divisão: Bradesco, Caixa Econômica Federal e Bradesco Banco do Brasil. Se trabalha uma campanha publicitária forte, mas não disponibiliza um caixa eletrônico em cada esquina, já faz parte de uma segunda divisão que possui lá seu valor mas não merece tanta saliva de minha parte.
Pois bem… Desses três, de longe o pior é o Bradesco. É nítido que eles estão pouco se lixando para seus clientes. Mais da metade das vezes em que busco um terminal seu, encontro o mesmo ou quebrado, ou sem dinheiro ou lotado. Sem falar que é um dos poucos bancos brasileiros que não instalou detetores de metais nas portas, comprovando seu descaso para com a segurança.
Restam os outros dois gigantes. Não sou nenhum expert que saberá explicar quais taxas são mais interessantes e nem essa é minha intenção. Tudo que busco avaliar é o tratamento humano que me disponibilizam. Hoje, primeiro dia útil do ano, pude visitar ambos. Primeiro vou ao BB e encontro lá uma filial do inferno. Um centena de pessoas na fila dos terminais eletrônicos, outra na fila do atendimento e dos caixas. Calor, demora, descaso da parte de seus funcionários para com o tempo perdido pelo povo que lá tentata utilizar seus serviços.
Na seqüência vou à Caixa Econômica Federal. Já treinado, antes agendo o atendimento. Cheguei pontualmente e me deparo com uma agência vazia (repito: estamos no primeiro dia útil do ano e tudo que se esperava era o oposto disso). No que informo que havia agendado um atendimento, a moça já me pergunta: “Marlos?” Sim… Ela já estava me esperando.
Quinze minutos depois saio da agência. Consegui ser atendido (e bem atendido, diga-se), abri minha conta e voltei para meu trabalho.
Se valer como conselho, está dado: esqueçam o Banco do Brasil e migrem para a Caixa pois lá vocês terão um mínimo de respeito.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 3/01/08 às 0h04 nas seções Administração & Negócios. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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Já fui cliente do Bradesco e saí depois de viver horas horrendas nas filas do banco e de ser mal atendido para caráleo. Até hoje gelo quando vejo que preciso fazer uso de alguma agência do banco. A Caixa é bacana sim, esses dias precisei usar três vezes e nas três fui bem atendido e sem filas. Bom, mas por enquanto mantenho conta no Unibanco e no Santander. Sem problemas até agora.
O banco pode sr uma questão de escolha, mais sempre veja pelo lado comercial se vc tem grana(Real Dolar ou Ouro etc..)vai ter muitas vantagens, no mais deixe ebaixo do colchão!!! Ou saiba Movimentar vc pode ler mais um pouco sobre ecomonia do terceiro mundo…pesquisando!!
sou cliente do banco do brasil, e tenho a dizer que é sim o melhor banco no brasil hoje, nao em todos os seguimentos, mas no conjunto, com certeza é o melhor banco da america do sul.
Banco? O melhor banco do Brasil é aquele que você tem dinheiro para sentar na mesa do gerente e mandar ele fazer as coisas para você. fora isso, banco é tudo a mesma porcaria de interesses e falta de apreço ao cliente comum.
Sou funcionário do BB há alguna anos e venho presenciando a mudança de mentalidade pela qual tem passado a organização. Posso atestar que sem dúvida muito há a melhorar, contudo o que faz a diferença é o atendimento, e este na maioria das grandes organizações é circunstancial - salvo os modelos de alguns bancos menores, com estruturas mais horizontais e que souberam aproveitar as experiencias (negativas e positivas) da concorrencia na confecção de um modelo adaptado ao meio - exemplo: Santander.
Em geral, procuramos atuar com boa vontade e respeito ao ser humano, a despeito dos processos que precisam, sim, ser melhorados. Queremos que funcione, queremos que melhore, e para isso atitude, postura e pensamento antenado com o mercado são fundamentais. Afinal, a cultura até então reinante, e o aperfeiçoamento dos processos operacionais, em uma empresa desse porte, não se modificam de uma hora para outra; a inércia (não confunir com os pejorativos e irônicos “inépcia” e “inerte”) é uma lei natural; ninguém faz uma curva de noventa graus com um ônibus a 60km por ora. E o ônibus não pode parar. Estendendo a analogia, bancos menores são comparados a uma pick-up, portanto podem corrigir seu rumo de forma mais fácil.
Há um longo caminho ainda a ser trilhado, mas melhorou muito e vejo um horizonte de grandes resultados num futuro breve. Acredito no BB.