Gilmar Mendes não queria, mas ofendeu 1,6 milhão de brasileiros que assinaram o Ficha Limpa

Em mais uma decisão imprudente, o STF inutilizou um das principais funções da Ficha Limpa

O STF está empenhado em inutilizar um dos aspectos mais importantes da Lei da Ficha Limpa, aquele que impedia que gestores municipais reprovados nos tribunais de contas pudessem se reeleger. Pela nova jurisprudência, o impedimento só poderá vir após a rejeição das contas pela Câmara dos Vereadores. Ou seja… Deram poder para que os mais irresponsáveis populistas gastem indiscriminadamente e comprem nos bastidores – sempre com verba pública – o apoio dos parlamentares que analisarão os casos.

Durante o julgamento, Gilmar Mendes se pronunciou nestes termos: “Sem querer ofender ninguém, mas já ofendendo, a lei parece que foi feita por bêbados“. Ofendeu. E muito. Porque se trata de um projeto de lei de iniciativa popular que reuniu cerca de 1,6 milhão de assinaturas. O ministro do STF chamou de bêbados os centenas de milhares de brasileiros que se empenharam para tirar da vida pública os políticos mais irresponsáveis e corruptos do país. O que permite ao autor deste texto devolver a indelicadeza. Continuar lendo Gilmar Mendes não queria, mas ofendeu 1,6 milhão de brasileiros que assinaram o Ficha Limpa

Quando presidente, a cada 4 meses Lula e Dilma inventavam uma nova (e deficitária) estatal

Somados, ditadores e presidentes do PT criaram 60% das estatais do Brasil

De acordo com o Ministério do Planejamento, o Governo Federal tem hoje 149 empresas estatais. Mas 43, ou 29% delas, foram criadas apenas nos 13 anos em que o PT esteve na Presidência da República. Somados, ditadores e presidentes petistas são responsáveis pela existência de 60% das estatais do Brasil.

É um número assustador. Para efeito de comparação, nos 21 anos de ditadura, os militares, que tinham uma visão da gestão pública muito parecida com a do petismo, criaram 47. Enquanto os ditadores inventavam uma nova estatal a cada 163 dias, o PT tomava a mesma iniciativa, na média, em intervalos de 114 dias. Continuar lendo Quando presidente, a cada 4 meses Lula e Dilma inventavam uma nova (e deficitária) estatal

Carta que “elegeu” Lula em 2002 dizia que o país não suportaria outra “década perdida”

Catorze anos depois, a carta que levou Lula ao poder soa o maior dos estelionatos eleitorais

Era 22 de junho de 2002 quando Lula aproveitou um encontro do PT para ler o texto que acalmaria o mercado financeiro, até então temeroso de um calote na dívida externa. É comum entender aquelas palavras como a estratégia que tirou a Presidência de José Serra. Catorze anos depois, todavia, percebe-se que tudo não passou de mais uma propaganda enganosa esquerdista.

Porque a desfaçatez petista já começa no título, uma vez que o documento destinado a empresários e investidores foi chamado de “Carta ao Povo Brasileiro”. E, mesmo fingindo dialogar com a população, se vê no direito de falar em nome dela sem citar qualquer tipo de fonte que justifique as afirmações. Continuar lendo Carta que “elegeu” Lula em 2002 dizia que o país não suportaria outra “década perdida”

O Escola Sem Partido chega a errar, mas o total de acertos é bem superior

Se deixar de cegueira, até mesmo a esquerda tem a ganhar com o Escola Sem Partido

Inspirado no movimento Escola Sem Partido, o Projeto de Lei do senador Magno Malta não é perfeito, mas acerta bem mais do que erra. Tais erros, contudo, se assim concordarem os senadores, podem ser vetados quando a ideia vier a ser apreciada na Casa.

Logo de cara, o segundo artigo estabelece princípios que já deveriam estar em voga, mas, na prática, são barrados justamente por interferências de correntes políticas e/ou religiosas. Ao contrário do caráter censor que vem sendo explorado por seus críticos, a lista cita por três vezes o termo “liberdade”, ampliando um leque que hoje encontra-se fechado em poucas direções. São eles: Continuar lendo O Escola Sem Partido chega a errar, mas o total de acertos é bem superior