Era a primeira música do bis. De toda a banda, só o baixista retornara ao palco. E iniciava o que parecia seu momento da apresentação, que já tivera em outros trechos solos de bateria, guitarra e teclado. Era um blues improvisado em mi menor. Eu saquei isso. Gil, grande amigo e um dos maiores fãs do Deep Purple que conheço, foi além: “ele está improvisando para começar Black Night”. Continue lendo »
Arquivos da Seção ‘Música’
O dia em que pus 10 mil metaleiros para cantar no show do Deep Purple
Lady Gaga plagiando Raimundos?
Creio que não. Mas que ela quer ver o oco, disso eu nunca duvidei. Aperta o play e confira:
Chico Buarque & Rage Against The Machine cantando juntos
Hoje tirei o intervalo do almoço para regravar esta brincadeira que fizera eu uns três anos atrás e que se perdeu em algum backup que não acho mais. Deu que certa vez ouvia eu o Rage Against The Machine cantando “Revolver” e, sabe-se lá por quê, comecei a cantar “O Que Será” de Chico Buarque. E incrivelmente encaixava bem no tempo.
Bom… A gravação está tosca. Feita com microfone de PC mesmo. Acho que a anterior ficou melhor (consegui um efeito melhor na voz que hoje não estou acertando, e consegui acompanhar melhor o andamento da gravação, que sobe e desce propositalmente várias vezes). De qualquer forma, espero que se divirtam. É so apertar o play:
Experiência Ápyus gravando novo disco
Sim, a Experiência Ápyus está gravando um disco novo. Será um álbum com 12 versões que fazemos de canções que adoramos. Muitas destas versões o público já deve ter ouvido em nossos shows. Quase todas são mash-ups de sambas. Abaixo você pode dar uma sacada em como está ficando. Esta canção se chama “Volta Por Cima”, é de autoria de Paulo Vanzoline e ficou popularmente conhecida na voz de “Noite Ilsutrada”. Esta versão cita “Also Sprach Zarathustra” (de Richard Strauss), “Trem das Onze” (dos Demônios da Garoa) e “Siga Seu Rumo” (que desconhecemos o autor, mas que a conhecemos pela Banda Vexame):
Ah… Esta versão “surf” de Richard Strauss já havia sido feita nos anos 90 pelo Barão Vermelho. Ainda vamos mexer um pouco na edição final, mas fica um aperitivo de como está ficando este trabalho.
E quando finalizarmos, liberamos aqui o link para download, ok?
O MADA segue o DoSol e nem é no Twitter
O MADA está no Twitter e é por lá que temos a confirmação de que o evento ocorrerá apenas em outubro, mais especificamente em 23 e 24 do referido mês. Foi pelo Twitter que também soubemos que em novembro teremos em Natal a banda Danko Jones no Festival DoSol. Mas estas “coincidências” não se dão apenas “twisticamente”.
O MADA começou em 1998. Foi uma jogada do produtor da banda Alphorria Jomardo Jomas para trazer a MTV a Natal e apresentar ao Brasil não só o grupo de reggae, mas também outros bons nomes da música potiguar, inclusive o Ravengar, até então banda do produtor musical Anderson Foca. O Festival DoSol começou apenas em 2003, quando se realizou em único dia, como uma “festa”, sob os cuidados de Anderson. Só em 2005 tornou-se um festival propriamente dito.
Eu já tive o prazer de tocar em ambos, sendo três vezes no MADA (duas vezes com a banda Brigitte Beréu, e uma vez com a Experiência Ápyus) e duas vezes no DoSol (ambas com a Experiência Ápyus). E trabalho no Festival DoSol desde 2005. Digo isto para que vocês saibam que estas palavras são escritas por alguém que se não está dentro, está bem próximo do que rola ali. Enfim… Alguém que tem a ganhar com isto, mas tem muito mais a perder caso seja mal interpretado. Adiante. Continue lendo »
Sgt. Peppers Ponta Negra fechou após fiscalização da Semurb
Soube sábado passado que foi um pouco dramático o “fechar de portas” do Sgt. Peppers Ponta Negra. A convite dos vizinhos, por conta do barulho, a SEMURB deu as caras e apreendeu tudo que que coube no caminhão: som, cadeiras, mesas. Só não levou guitarra e bateria porque o gerente defendeu os músicos. A ação se inicou com a casa cheia, durante a apresentação da banda Los Costeletas Flamejantes
Financeiramente o bar estava se segurando. Contudo, sem saco de encarar a burocracia para conseguir todas as licenças de funcionamento, a casa preferiu colocar o ponto à venda e manter apenas o Peppers Petrópolis, que vai muito bem, obrigado.
Não há nada errado em se fiscalizar os estabelecimentos desta cidade. Aliás, trata-se de uma boa prática que todos os fiscais desta nação façam o óbvio: fiscalizem. Contudo, fiscalização foi o que por um bom tempo o estabelecimento pediu contra o tráfico de drogas e o turismo sexual que o assediava em suas calçadas. E, até onde sei, nunca apareceu um caminhão para carregar todos os traficantes e cafetões que ali lucravam às custas do sucesso do bar.
Um erro não justifica o outro, claro. O que não se aceita é truculência desnecessária para com erros menores. Enquanto uma estranha lógica segue mandando: som alto? Manda prender. Cocaína? Vista grossa.



