Para quem não sabe, a tradução para e-Bow seria algo como arco eletrônico. Porque sua função é tirar da guitarra um som parecido com o de um violino, onde o mesmo funcionaria como um arco. Em breve não terei mais guitarra, mas o mesmo brinquedinho pode ser utilizado num contra-baixo emulando um violoncelo. Já o vi com esta funcionalidade nas mãos de Humberto Gessinger em um show dos Engenheiros do Hawaii lá na Ribeira. Não sei se o mesmo funciona num violão elétrico, mas rolando, ótimo. Estou por vender meu contra-baixo, mas num futuro nem tão distante pretendo adquirir um novo (diferente da guitarra, que nunca mais quero ter uma por se tratarem das mesmas de Tamagotchis medievais, que querem sua atenção todo santo dia. Experimenta largar uma guitarra no guarda-roupa por dois meses. Quando você reaparece, ela virou um monstro com ódio da sua cara. Com baixo não rola essa frescura).
Abaixo segue um vídeo que mostra bem o funcionamento do e-Bow. Já pesquisei um pouco e se trata de um brinquedo caro que não sai por menos de quinhentos reais. Talvez por isso se trate de algo tão raro de se ouvir por estas bandas.
Fim da 1ª Parte | Início da 2ª Parte
Acaba aqui a primeira parte deste texto que foi publicada dia 28/08/08 às 8h39 nas seções Arte & Cultura, Notícias. Você pode acompanhar qualquer resposta a este texto através do link de RSS 2.0.
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funciona com violao eletrico. herbert vianna usa no acustico dos paralamas.
Não precisa ir tão longe Levino. E Marlos: rola sim por essas bandas. Sou suspeito pra falar, mas por eu ser amigo e fã não posso deixar de informar e comentar: Edu Gomez é pioneiro no assunto e usa e abusa faz muito tempo, e muito bem por sinal, com várias técnicas - tanto no seu trabalho solo instrumental como nos trabalhos com Os Poetas Elétricos. Ah! Marlos, e para exemplificar, reforçando o comentário de Levino sobre sua dúvida: no nosso primeiro cd, Edu usa o e-Bow com o violão acústico na faixa “A Sina de Ina”, logo no início, de cara, você saca logo. Valeu o post! Abraços.