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Mais de 12 milhões de venezuelanos gostariam de fugir da ditadura bolivariana

Apesar de noticiar a calamidade vivida pelovenezuelano após o bolivarianismo transformar o país numa ditadura, a imprensa vinha faltando com empenho para detalhar o fluxo migratório daqueles que fogem de mais um experimento socialista fracassado. Quando o Wall Street Jornal finalmente foi aos números, o estrago já estava feito. Desde que Hugo Chávez chegou ao poder, por volta de 3 milhões de pessoas abandonaram o país, 40% disso apenas entre 2016 e 2017.

Para efeito de comparação, a crise europeia contabilizou até 2016 por volta de 2,3 milhões de imigrantes buscando asilo além das fronteiras de seus países. Se 600 mil sírios tentaram refúgio na Alemanha, por volta de 550 mil venezuelanos foram atrás de socorro na Colômbia.

Até fevereiro de 2018, quarenta mil refugiados tinham chegado ao Brasil. Um número substancialmente menor para um país de proporções continentais, mas extremamente problemático para um estado como Roraima.

Em 2018, a economia da Venezuela equivalerá à metade do tamanho observado em 2013, quando Nicolás Maduro venceu a eleição presidencial. Uma pesquisa em âmbito nacional descobriu em dezembro de 2017 que 40% dos entrevistados queriam tomar a mesma medida drástica dos 10% que já fugiram. É um indicativo de que a crise pode estar apenas começando.

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