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Mês: agosto 2015

Como o PT usa a máquina pública para evitar a queda de Dilma

O clamor popular pelo impeachment ganha contornos reais em 23 de outubro de 2014. É nesta data que a Veja antecipa a capa que publicaria no fim de semana e revela que, segundo depoimento de Alberto Youssef, tanto Dilma quanto Lula estavam cientes dos absurdos que vinham ocorrendo na Petrobras. O Google Trends identifica bem esse levante que encontra seu auge 4 dias depois, ou a segunda-feira seguinte à reeleição da presidente.

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O que os protestos de 16 de agosto já conquistaram

No penúltimo domingo, o Brasil viu a segunda maior manifestação política de sua história. Por volta de 900 mil pessoas em 250 cidades foram às ruas pedir a saída de Dilma Rousseff da presidência, seja por impeachment, cassação ou renúncia. Tudo isso sem o apoio explícito da imprensa, dos formadores de opinião, da classe artística, dos chamados “movimentos sociais” e/ou do movimento estudantil – todos ideológica ou financeiramente presos ao governo.

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A falência da classe artística como voz contestadora

É dia e as pessoas marcham nas ruas de blusa amarela. É noite e elas batem panela para não deixar a cidade dormir. É 1984, mas facilmente poderia ser 2015. Poderia. Porque o autor dos versos que até hoje resumem os comícios pelo fim da ditadura já não mais protesta. Pelo contrário, Chico Buarque surge em horário eleitoral pedindo voto para o governo que protagonizava o até então maior escândalo de corrupção conhecido no país.

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A máquina petista de distorcer informação

O dia da mentira acabara 14 horas antes, mas nada disso impediu que a CUT gritasse à porta da bolsa carioca naquele abril de 1993: “trabalhador unido jamais será vencido“. Porque, na altura do 400 da avenida Rio Branco, sede da Graphus, toda a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda comemorava junto aos executivos da Vicunha a compra de parte da Companhia Siderúrgica Nacional, umas das 15 estatais privatizadas no governo Itamar.

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