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Mês: junho 2018

Fim da contribuição obrigatória fez arrecadação dos sindicatos cair 88%

Desde que a reforma trabalhista foi aprovada pelo governo Temer, os sindicatos brasileiros só passaram a recolher o imposto da categoria mediante autorização por escrito dos funcionários. Imaginava-se que, com isso, houvesse uma queda na arrecadação. Só não era possível antever que o rombo seria tão grande.

Em abril de 2017, os sindicatos laborais arrecadaram mais de um bilhão de reais em impostos. Um ano depois, e já com a nova regra, o valor arrecadado mal passou de R$ 100 milhões, uma assustadora queda de 90%. A média, contudo, tem sido um pouco mais baixa, conforme o valor destacado no título.

O que, claro, pode ser comemorado, uma vez que confirma-se que o tributo não passava de um engodo que não se justificava. Do contrário, de libre e espontânea vontade, o povo brasileiro faria por onde contribuir.

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O bolivarianismo já matou mais de cem manifestantes na Nicarágua

A Venezuela não é a única nação latina a viver um inferno bolivariano. Na Nicarágua, pelo menos 121 manifestantes foram mortos em dois meses de protesto contra o governo de Daniel Ortega, que já soma 17 anos no poder – sendo os 5 primeiros ocorridos entre 1985 e 1990.

De acordo com a Anistia Internacional, o presidente Daniel Ortega “não mostrou a menor inclinação para acabar com sua política sistemática de repressão violenta que já cobrou mais de 100 vidas em menos de dois meses, com um saldo que sobe a cada dia“.

O número de feridos é também assustador. Conforme contagem do Centro Nicaraguense de Direitos Humanos, já teria chegado a 1.300.

Além de Venezuela e Nicarágua, o bolivarianismo segue correndo nações como a Bolívia, onde Evo Morales ignora o resultado de um referendo e se prepara para um quarto mandato consecutivo.

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O que Sérgio Moro, Marcelo Bretas, Joaquim Barbosa e Jair Bolsonaro têm em comum

Ao término de um depoimento prestado por Lula à Lava Jato do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas largou o protocolo para assumir que não só havia sido eleitor do petista, como, no passado, chegou a militar de “boné e camiseta”. Essa, contudo, está longe de ser a primeira vez em que um juiz confessa o passado lulista.

Sérgio Moro não esconde que o segundo voto de sua vida foi reservado a Lula no segundo turno de 1989, um ano após o comício relatado por Bretas. Joaquim Barbosa não só fez o mesmo, como repetiu a dose em 2002, no que teve a companhia de Jair Bolsonaro, que fazia ferrenha oposição ao governo FHC.

Por tudo o que fizeram e pregaram durante o Mensalão e a operação Lava Jato, o quarteto é visto hoje como forças ativas contra o PT, o que justificaria o rancor do petismo aos mencionados. Mas a realidade é bem mais complexa do que faz parecer a gritaria das torcidas organizadas.

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