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A reeleição de Dilma/Temer custará ao país R$ 495,4 bilhões em déficit

O PT custou muito caro ao Brasil. Mas quanto? Se os historiadores não continuarem petistas, a história há de responder. Até lá, pode ser ter alguma noção observando os números já conhecidos ou ainda prometidos. E eles são assustadoramente péssimos.

Michel Temer montou a equipe econômica com a missão de acabar de vez com a “contabilidade criativa” tocada por Dilma Rousseff e Guido Mantega. Ou seja, as promessas não poderiam mais serem maquiadas ou otimistas demais, mas realistas. Foi com este norte que se chegou ao déficit de R$ 170,5 bilhões para 2016. Agora, noticiaram os R$ 139 bilhões para 2017, e R$ 66 bilhões em 2018. Se há alguma esperança de superávit, ela ficou para 2019, com magros R$ 16,9 bilhões, já no próximo mandato, ou mesmo um próximo presidente.

Quando 54,5 milhões de brasileiros apertaram o 1, o 3 e confirmaram nas urnas de 26 de outubro de 2014, o eleitorado entregou o país a uma gestão que causará um prejuízo total de R$ 495,4 bilhões. Ao se considerar que 2014 já terminara deficitário, o país passará meia década gastando R$ 512,6 bilhões a mais do que arrecadou.

Ao todo, os 8 anos da dupla Dilma/Temer findarão em prejuízo de R$ 187,7 bilhões para os cofres públicos, uma vez que os três primeiros anos do trabalho foram superavitários em R$ 324,9 bilhões.

O crescimento chinês observado em 2010 não era apenas um voo de galinha. Era um salto na direção de um buraco que custará uma década do trabalho brasileiro.

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