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Afinal, sabia de algo? Dilma já disse desconhecer o Petrolão, Pasadena, Maranhão e o caixa 2

Quando candidatou-se à Presidência da República, Dilma Rousseff foi defendida por Lula, o PT e o governismo como sendo ela a pessoa mais preparada para dar continuidade ao “crescimento chinês” vivido pelo Brasil em 2010. Seis anos depois, a petista tenta se safar da Justiça alegando que nada sabia sobre alguns dos mais graves crimes cometidos no país por obra de seus comandados diretos.

O rastro da desfaçatez está quase todo registrado no perfil que ainda mantém no Twitter. Em 24 de outubro de 2014, quando ainda buscava a reeleição, a presidente usou a rede social para negar que tivesse algum conhecimento do esquema corrupto que quebrava a maior estatal no país. Contudo, meses depois, quando a delação colhida pela Lava Jato tornou-se pública, confirmou-se que a capa da Veja dizia a verdade.

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Em maio passado, o desmentido ocorreu no microfone do Palácio do Planalto. E, para todos os presentes, a petista alegou que nada sabia sobre a movimentação de Waldir Maranhão para anular o processo de impeachment que a afastaria do cargo. Mas a própria imprensa a desmentiria.

Em junho, já sem o Palácio do Planalto para fazer de palanque, a presidente agora afastada usou novamente o Twitter para dizer que nada sabia dos crimes cometidos por Nestor Cerveró no tocante ao prejuízo bilionário da refinaria de Pasadena.

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Agora, o mesmo argumento foi usado para tentar se livrar da acusação protagonizada por João Santana e Mônica Moura, marketeiros que confessaram o uso do caixa 2 da campanha que levou Dilma à Presidência da República.

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As comparações com o padrinho, que por meia década repetiu na chefia do executivo que nada sabia do Mensalão, que fora traído por uns “aloprados”, são inevitáveis. Cabendo a pergunta: Dilma e Lula de nada sabiam ou preferiam saber de nada para não se incriminarem?

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