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Com Serra e Temer, será mais fácil cair a obrigação de visto para brasileiros nos EUA

Poucos políticas exibiam um esquerdismo mais caricato nos governos petistas do que a internacional. Por 13 anos, estreitou-se laços com repúblicas bolivarianas em fetiches socialistas, e dificultou-se o relacionamento com nações que simbolizassem qualquer tipo de sucesso do ocidente. Como resultado da postura canhota, por exemplo, o país perderia para o Chile o posto de primeiro latino americano a derrubar a obrigação de visto para entrar nos Estados Unidos.

Porque o governo Dilma Rousseff evitava compartilhar com a diplomacia gringa dados de inteligência e segurança pública, condição primordial para que o principal alvo de ações terroristas na América selasse o acordo. Na gestão Temer, contudo, a primeira grande virada se daria com a entrada de José Serra no Itamaraty, e a boa intenção de reposicionar as relações internacionais da nação.

De olho no turismo, Vinícius Lummertz promete pressionar o tucano para que encampe o fim da exigência de visto americano no Brasil. O presidente da Embratur se inspira no caso de sucesso argentino, que adotou medida semelhante e viu o fluxo de turistas crescer 25% no início do ano. De acordo com o Estadão, o tema deve enfrentar “resistência técnica” no escritório do chanceler. Contudo, o formato já poderá ser testado durante os Jogos Olímpicos, quando a condição cairá temporariamente.

As cenas dos próximos capítulos são animadoras. Isso, claro, se Donald Trump não vencer Hillary Clinton e cumprir a promessa de dificultar a entrada de estrangeiros por lá.

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