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“Crise Dilma” fez o Brasil perder 11 mil “ricaços” só em 2015

Os milionários da Ásia-Pacífico ficaram quase 10% mais ricos em 2015, com US$ 17,4 trilhões em ativos. Foi a primeira vez que superaram os milionários da América do Norte, que, mesmo enricando 2,3%, ficaram com “apenas” US$ 16,6 trilhões. Os europeus avançaram 4,8% e chegaram a US$ 13,6 trilhões. Independente da baixa do preço do petróleo, os do Oriente Médio viram a fortuna crescer 0,9% e acumularam US$ 2,3 trilhões.

Só duas regiões do mundo estiveram no caminho oposto: a África, que encolheu 1,8% e agora só ostenta US$ 1,4 trilhão; e a América Latina, graças ao Brasil.

A queda foi duas vezes maior que a africana, em um tombo de 3,7%, reduzindo a o poder dos ricos da região a US$ 7,4 trilhões. Como os brasileiros possuem mais da metade destes ativos, a consultoria Cap Gemini atribuiu a baixa à queda das commodities e à crise político-econômica do governo Dilma.

No mundo todo, há 15,4 milhões de ricaços, que controlaram US$ 58,7 trilhões em 2015, um aumento de 4%. Por aqui, contudo, o Brasil perdeu 11 mil deles e agora só conta com 161 mil.

A expectativa é de que, em dez anos, China, EUA e Índia liderem o crescimento de ativos de pessoas de alta renda com este grupo seleto detendo assustadores R$ 106 trilhões.

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