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Em nota covarde, Folha não reconhece o erro como do jornal e joga toda a culpa no jornalista

A Folha de S.Paulo viveu ontem mais um episódio grotesco. Apenas depois de desmascarada pelo Governo de São Paulo, que a acusou de “falsidade ideológica, falsidade material e plágio“, o jornal reconheceu o erro (“há trechos plagiados e frases reformuladas ou tiradas de contexto“). Mas, numa atitude covarde, jogou toda a culpa pelo trabalho em “Crise da água só terá fim se houver gestão correta” no jornalista que a assinou.

Não há pedido de desculpas ou satisfações dadas ao leitor. Apenas a promessa de que “A Folha não aceitará mais colaborações deste jornalista“.

Não é o suficiente. Esse não foi o primeiro erro recente, talvez nem tenha sido o mais danoso e, ao que tudo indica, não será o último.

Curiosamente, os equívocos jornalísticos da publicação quase sempre pendem para o mesmo lado: aquele que beneficia o Governo Federal, nem que seja no prejuízo aos seus principais adversários.

Vergonhoso.

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