facebook
Ir para o conteúdo

Excluído o “haddadismo”, o prefeito de São Paulo consegue apenas 2% dos votos da cidade

O DataFolha mais recente conclui que Celso Russomanno, com boa folga, é o favorito para se tornar o próximo prefeito de São Paulo. Isso, claro, se a Justiça Eleitoral permitir que o deputado federal pelo PRB participe da disputa. Do contrário, Marta – ainda Suplicy? – se destaca, com outra ex-prefeita, Luiza Erundina, sendo derrotada por ela no segundo turno.

Chama atenção, contudo, a insignificância do atual prefeito. De líder na pesquisa espontânea, onde aparece com 6%, cai para a quarta colocação no primeiro cenário, agregando apenas 2% ao voto haddadista. Dos dez confrontos testados para segundo turno, quatro consideram o petista como opção, mas eis que ele perde em todos. 

Em relação ao mesmo momento da campanha anterior, Fernando Haddad cresceu apenas 1% na intenção de voto – tinha 7% em julho de 2012, tem agora 8%.

Seria o caso de repetir o feito de quatro anos atrás e superar todos os adversários na reta final? O contexto é bem outro. Se antes Haddad era uma aposta, agora é uma certeza de decepção. Se estava num partido extremamente popular, desponta hoje como última força de um dos mais rejeitados. Mas principalmente: se contava com o apoio da Presidência da República, este suporte agora se volta a uma de suas principais adversárias.

O tempo passou na janela. Mas o haddadismo não quis nem ver.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.