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Na Câmara, o PMDB supera o PT e desponta como a maior bancada feminina

O real tamanho de cada bancada na Câmara Federal é sempre um recorte do momento. Porque, não raro, deputados se licenciam, são afastados, nomeados para cargos no executivo ou mesmo chegam a falecer, liberando a cadeira para o próximo na lista de suplência. Neste momento, por exemplo, quando ignora-se qualquer ideologia e observa-se apenas o gênero do parlamentar, segundo a Secretaria da Mulher, há 52 representantes femininas atuando na casa.

Com oito nomes, o PMDB é o partido onde as mulheres mais se fazem presente, seguido de perto do PT (7), e PCdoB (6). O PSDB (5) aparece apenas na quarta posição. Proporcionalmente, no entanto, a lista é liderada pelo PCdoB, com mais da metade dos 11 gabinetes aos cuidados de deputadas.

Contra o grupo de 18 siglas com ao menos uma representante, há 9 partidos sem qualquer participação feminina por lá. Neste grupo, pode-se considerar mais graves os casos cujos bancadas são as mais encorpadas, mas os eleitores não conseguiram fazer uma única parlamentar. Nesse sentido, o pior cenário é do Solideriedade, com 14 cadeiras completamente ocupadas por homens, seguido por PHS (7) e PROS (8).

Chamada também atenção os casos do REDE, de Marina Silva, e do Partido da Mulher Brasileira. Ao contrário do possa imaginar a opinião pública, mesmo já somando um time de meia dúzia de nomes, são todos masculinos. Mas, em defesa das jovens siglas, ainda nem sequer participaram de uma única eleição.

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