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No Senado, já há a maioria necessária para afastar Dilma

Em 1992, a derrota na Câmara implicou no afastamento imediato de Fernando Collor de Mello. Mas o STF interviu a favor de Dilma e, agora, a presidente só deixará o cargo se, além de vencida pelos deputados, o Senado aceitar receber o processo aprovado na casa vizinha. Mas este não deve ser um desafio tão mais complexo.

O Estadão atualizou seu “Mapa do Impeachment” com os dados referentes ao senadores. E a oposição já possui a maioria necessária para que o impeachment de Dilma seja aceito pela casa. Lá, nada menos que 42 parlamentares já se dizem favoráveis à abertura do processo, contra apenas 17 que seriam contra. Os 22 restantes, ou não foram encontrados, ou se dizem indeciso, ou preferem manter em segredo a própria opinião.

Aceito no Senado, o processo de impeachment dará a Dilma 180 dias para que se defenda. E, de imediato, entregará a Presidência do Brasil a Michel Temer.

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