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O que Sérgio Moro, Marcelo Bretas, Joaquim Barbosa e Jair Bolsonaro têm em comum

Ao término de um depoimento prestado por Lula à Lava Jato do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas largou o protocolo para assumir que não só havia sido eleitor do petista, como, no passado, chegou a militar de “boné e camiseta”. Essa, contudo, está longe de ser a primeira vez em que um juiz confessa o passado lulista.

Sérgio Moro não esconde que o segundo voto de sua vida foi reservado a Lula no segundo turno de 1989, um ano após o comício relatado por Bretas. Joaquim Barbosa não só fez o mesmo, como repetiu a dose em 2002, no que teve a companhia de Jair Bolsonaro, que fazia ferrenha oposição ao governo FHC.

Por tudo o que fizeram e pregaram durante o Mensalão e a operação Lava Jato, o quarteto é visto hoje como forças ativas contra o PT, o que justificaria o rancor do petismo aos mencionados. Mas a realidade é bem mais complexa do que faz parecer a gritaria das torcidas organizadas.

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