facebook
Ir para o conteúdo

apyus.com Textos

Gilmar Mendes pode ficar no STF até 2030

Até quando o brasileiro terá que aturar os atuais membros do Supremo Tribunal Federal? Considerando que todos eles deixarão a corte no limite da idade permitida por lei, deixariam os cargos nos seguintes anos:

  • Celso de Mello: 2020
  • Marco Aurélio: 2021
  • Rosa Weber: 2023
  • Ricardo Lewandowski: 2023
  • Luiz Fux: 2028
  • Cármen Lúcia: 2029
  • Gilmar Mendes: 2030
  • Edson Fachin: 2034
  • Luís Roberto Barroso: 2033
  • Dias Toffoli: 2042
  • Alexandre de Moraes: 2043

Sim, é assustador. Os números demandam que os presidenciáveis precisarão, já agora em 2018, oferecer aos eleitores soluções para a situação. E que os eleitores precisarão cobrar propostas de seus candidatos.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

A imprensa ataca o Facebook pelo monopólio do discurso

Se a briga da imprensa com o Facebook fosse mesmo por publicidade, teria começado bem antes da eleição de Donald Trump. Mas deixou para armar a primeira grande bomba somente após Mark Zuckerberg fechar a porta para a tentativa de aparelhamento via “fact-checkers”.

É uma guerra ideológica usando o mercado como desculpa. Uma briga pelo monopólio do discurso. Da imprensa tradicional contra a opinião pública. De uma mídia que não quer dialogar com o leitor, mas discursar sem o confronto com qualquer divergência.

Em outras palavras, é uma tentativa de censura da parte de quem mais deveria defender a liberdade de expressão.

É lamentável.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

O esquerdismo é a elite se sentindo culpada

O esquerdismo é hoje basicamente a elite sentindo culpa por viver tão bem em um mundo tão complicado, e tentando se convencer que apoiar qualquer vício das classes mais baixas há de render-lhe sonos tranquilos.

É o playboy que se acha do povo porque, quando na Europa, usa transporte público.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Gostem ou não, Bolsonaro está à frente de muitas demandas da sociedade

Apontam as pesquisas, apoio a ele não falta. Mas, ainda que não se apoie, é preciso entender que Jair Bolsonaro está à frente de muitas demandas da sociedade. Em muitos casos, sem qualquer concorrência.

Se de fato os formadores de opinião quiserem a derrota do que parece ser o maior adversário desta elite “intelectual”, precisam oferecer alternativas ao eleitorado.

Não podem, só para citar um exemplo drástico, alegar que o problema do Brasil é “prender demais”. Afinal, qualquer eleitor que já esteve na mira de uma arma — e o autor desta nota já esteve por duas vezes — lembra que o criminoso saiu impune.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

A narrativa pela qual a Globo persegue a esquerda não se sustenta

Há na Globo até quem tenha se empolgado com a candidatura de Guilherme Boulos. E está longe de se sentir sozinho por lá.

No Twitter, Manuela D’Ávilla se empolgou com uma esquete protagonizada por Marcelo Adnet, que explicitamente ataca os reacionários brasileiros – ou seja, os brasileiros que se voltam contra o que a esquerda prega.

A presidenciável do PCdoB não percebeu, contudo, que ajudava ali a desmontar a “narrativa” pela qual a esquerda estaria sendo perseguida pela Rede Globo, quando resta evidente que, de uma forma geral, a emissora está em lágrimas defendendo o esquerdismo.

Chico Pinheiro é só a ponta do iceberg.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Petistas, foi Dilma

Um boeing não cai por um único erro, mas uma sequência deles. É assim também com presidente da República. Mas creio que um erro crucial para a queda de Dilma foi uma racha interno no próprio PT. E é incrível como a esquerda não percebeu isso.

O governo Dilma estava bem costurado quando Lula se retirou de cena para tratar um câncer. Este era o líder que, dentro do PT, compreendia a importância de manter uma boa relação com o PMDB. Dilma era da ala que disso morria de vergonha.

Sem o padrinho por perto, a presidente se uniu a Cardozo, Mercadante e Mantega para, juntos, dinamitarem qualquer ponte construída pelo ex-presidente.

O plano era Lula voltar em 2014 e governar até 2022. Mas a trupe não só passou-lhe a perna, como quebrou o país pela reeleição.

Na jogada mais estúpida, no que a primeira “Lista de Janot” nada encontrou de substancial contra Aécio, Dilma entendeu ser uma boa ideia jogar Renan Calheiros e Eduardo Cunha aos leões da imprensa. Numa única tacada, perdeu Senado e Câmara. E ninguém governa sem Congresso.

O mais curioso de tudo é que a história caminha para terminar com Lula na cadeia e Dilma no Senado. E o petismo sem conseguir tomar nota da placa do caminhão que o atropelou.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Movimento descarado

Um membro da Suprema Corte — no caso, Luís Roberto Barroso — disse que “há uma operação abafa em curso” no STF para tentar impedir o combate à corrupção no Brasil.

E a coisa é descarada a tal ponto que o próprio STF não faz qualquer protesto contra a fala de Barroso.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Verba recuperada pela Lava Jato ajudará a reformar escolas do Rio de Janeiro

A Lava Jato original, aquela que é tocada de Curitiba, já recuperou R$ 11,5 bilhões aos cofres públicos, mas a conta pode subir muito. Com as multas aplicadas, os resgate pode se aproximar dos R$ 40 bilhões. Para se ter uma noção deste volume de dinheiro, era o que a CPMF arrecadava anualmente do povo brasileiro quando finalmente chegou ao fim.

No Rio de Janeiro, o trabalho da operação ainda está no início e “apenas” R$ 451,5 milhões foram recuperados com acordos de delação. Contudo, tem sido de grande serventia. Deste montando, R$ 250 milhões permitiram, ainda em 2017, o pagamento atrasado do 13º salário atrasado de 146 mil aposentados.

Em 2018, parte da diferença será utilizada para reformar escolas públicas no Rio de Janeiro. E os promotores fazem questão de ressaltar que tais valores não podem ser subtraídos do orçamento já em prática no estado – ou seja, é algo a se somar.

É um modelo que prova que o combate ao crime pode – ou mesmo deve – compensar. Sozinho, não há de salvar o Brasil. Mas ao menos mostra o caminho a ser seguido.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Mais de 12 milhões de venezuelanos gostariam de fugir da ditadura bolivariana

Apesar de noticiar a calamidade vivida pelovenezuelano após o bolivarianismo transformar o país numa ditadura, a imprensa vinha faltando com empenho para detalhar o fluxo migratório daqueles que fogem de mais um experimento socialista fracassado. Quando o Wall Street Jornal finalmente foi aos números, o estrago já estava feito. Desde que Hugo Chávez chegou ao poder, por volta de 3 milhões de pessoas abandonaram o país, 40% disso apenas entre 2016 e 2017.

Para efeito de comparação, a crise europeia contabilizou até 2016 por volta de 2,3 milhões de imigrantes buscando asilo além das fronteiras de seus países. Se 600 mil sírios tentaram refúgio na Alemanha, por volta de 550 mil venezuelanos foram atrás de socorro na Colômbia.

Até fevereiro de 2018, quarenta mil refugiados tinham chegado ao Brasil. Um número substancialmente menor para um país de proporções continentais, mas extremamente problemático para um estado como Roraima.

Em 2018, a economia da Venezuela equivalerá à metade do tamanho observado em 2013, quando Nicolás Maduro venceu a eleição presidencial. Uma pesquisa em âmbito nacional descobriu em dezembro de 2017 que 40% dos entrevistados queriam tomar a mesma medida drástica dos 10% que já fugiram. É um indicativo de que a crise pode estar apenas começando.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.

Após 15 anos, fortuna declarada por Lula era 11 vezes maior

Quando se candidatou a presidente em 2002, Lula declarou um patrimônio de R$ 422,9 mil. Quatro anos depois, quando garantiu um segundo mandato, a fortuna já estava avaliada em R$ 839 mil. Após oito anos na Presidência da República, o petista havia oficialmente se tornado milionário, com R$ 1,9 milhão declarado ao fisco.

Mas a conta bancária engordou mesmo no momento em que virou “palestrante”. Em 2015, o ex-presidente declarou bens que somavam R$ 8,8 milhões. No final de 2017, o inventário do casal Lula da Silva fechou a conta em R$ 11,7 milhões, um número 27 vezes superior ao observado em 2002.

Ainda que aqueles R$ 422,9 mil sejam corrigidos pelo IPCA, observa-se um crescimento acima dos mil porcento.

A defesa sempre alegou que os ganhos desta década seriam lícitos e oriundos das palestras que o petista vendia a 200 mil dólares. A operação Lava Jato investiga se tudo isso não passou de uma forma de lavar dinheiro nascido do tráfico de influência junto ao governo Dilma Rousseff.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.