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Por que não prenderam Mercadante da mesma forma que prenderam Delcídio?

A questão foi levantada por Rubens Bueno. De acordo com o material publicado no Estadão, uma vez que o caso soa “igual ao do Delcídio“, o líder do PPS quis saber da Procuradoria-geral da República “como prendem Delcídio e não prendem Mercadante?

As suspeitas mais uma vez recaem sobre o trabalho de Rodrigo Janot. A sede com que o procurador vai para cima dos adversários de Dilma em nada se assemelha à reservada aos aliados. E Aloizio Mercadante, ao lado de José Eduardo Cardozo, Edinho Silva e Nelson Barbosa, completa o time dos mais próximos da presidente, mesmo que em funções cada dia mais distantes.

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Como o PT usa a máquina pública para evitar a queda de Dilma

O clamor popular pelo impeachment ganha contornos reais em 23 de outubro de 2014. É nesta data que a Veja antecipa a capa que publicaria no fim de semana e revela que, segundo depoimento de Alberto Youssef, tanto Dilma quanto Lula estavam cientes dos absurdos que vinham ocorrendo na Petrobras. O Google Trends identifica bem esse levante que encontra seu auge 4 dias depois, ou a segunda-feira seguinte à reeleição da presidente.

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O que os protestos de 16 de agosto já conquistaram

No penúltimo domingo, o Brasil viu a segunda maior manifestação política de sua história. Por volta de 900 mil pessoas em 250 cidades foram às ruas pedir a saída de Dilma Rousseff da presidência, seja por impeachment, cassação ou renúncia. Tudo isso sem o apoio explícito da imprensa, dos formadores de opinião, da classe artística, dos chamados “movimentos sociais” e/ou do movimento estudantil – todos ideológica ou financeiramente presos ao governo.

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A falência da classe artística como voz contestadora

É dia e as pessoas marcham nas ruas de blusa amarela. É noite e elas batem panela para não deixar a cidade dormir. É 1984, mas facilmente poderia ser 2015. Poderia. Porque o autor dos versos que até hoje resumem os comícios pelo fim da ditadura já não mais protesta. Pelo contrário, Chico Buarque surge em horário eleitoral pedindo voto para o governo que protagonizava o até então maior escândalo de corrupção conhecido no país.

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A máquina petista de distorcer informação

O dia da mentira acabara 14 horas antes, mas nada disso impediu que a CUT gritasse à porta da bolsa carioca naquele abril de 1993: “trabalhador unido jamais será vencido“. Porque, na altura do 400 da avenida Rio Branco, sede da Graphus, toda a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda comemorava junto aos executivos da Vicunha a compra de parte da Companhia Siderúrgica Nacional, umas das 15 estatais privatizadas no governo Itamar.

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Como o impeachment de Collor pode inspirar o de Dilma

Naquele 15 de março de 1990, Fernando Collor de Mello se tornou o primeiro presidente brasileiro eleito por voto direto em quase três décadas. Mesmo assim, o termo “impeachment” não findou numa palavra temida pela imprensa. Além de discussões sobre o impedimento de um ou outro político menos relevante, discutia-se bastante a possibilidade de queda de Erundina, prefeita de São Paulo, e Brizola, governador do Rio de Janeiro – eleito um ano depois.

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Por que é difícil confiar em Janot

Em 11 de abril de 2006, numa jogada de aparente coragem, Antonio Fernando de Souza, então procurador-geral da república, apresentou denúncia contra 40 pessoas envolvidas naquilo que o próprio site da câmara dos deputados já chamava de Mensalão. Contudo, apesar de a lista conter ex-parlamentares, ex-ministros, políticos (alguns petistas, inclusive), funcionários públicos, empresários e publicitários, chamou atenção a ausência do nome do principal beneficiado pelo esquema, o ainda presidente em primeiro mandato, Luiz Inácio Lula da Silva.

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Os vôos do bacurau – Bastidores da campanha de Henrique Alves a deputado federal

Já era madrugada quando a equipe dentro do veículo fora avisada que dormiria na capital mesmo estando ainda a 300km de distância. “Como a blindagem do carro ficou pronta a tempo, só teremos problemas na estrada se vierem com bazucas”, informou Aluizio Dultra, coordenador geral da 11ª campanha para deputado federal a qual concorria Henrique Eduardo Alves, então líder do PMDB na Câmara e herdeiro maior do voto bacurau (ou como são conhecidos no Rio Grande do Norte todos aqueles que votavam em seu falecido pai, o ex-governador/senador/ministro Aluísio Alves).

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