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Rejeição de Dilma Rousseff é bem pior que a de Donald Trump

Em 25 anos de pesquisa, o Wall Street Journal e a NBC News nunca mediram rejeição tão alta nos presidenciáveis americanos como as observadas em Hillary Clinton e Donald Trump. Os 55% da candidata são 12% pior do qualquer taxa observada nos quatro democratas que a antecederam. E os 60% do candidato fazem ainda mais feio, 14% acima de qualquer resultado obtido pelos cinco republicanos que disputaram a Casa Branca desde 1992.

Contudo, ainda que métodos distintos de institutos distintos estejam em jogo, e mesmo tão distante da disputa de 2018, a manchete americana parece notícia positiva diante dos resultados apresentados pelos presidenciáveis brasileiros. Os números de Hillary a colariam em empate com José Serra e Geraldo Alckmin, levemente abaixo dos 56% de Marina Silva, as três melhores medições do Instituto Ipsos. Quanto ao personagem mais polêmico, Trump enfrentaria com certa tranquilidade as taxas negativas de Aécio Neves, Lula e Michel Temer, rejeitados respectivamente por 63%, 68% e 70% dos eleitores brasileiros. E ficaria 15% abaixo dos percentual apresentado por Dilma. 

Por mais que a política americana acredite estar vivendo um de seus piores momento, precisará descer ainda mais para se aproximar do caso brasileiro. Bom para eles.

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