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Teori já tirou de Moro três investigações contra ministros de Dilma

O primeiro foi Aloizio Mercadante, último ministro da Educação de Dilma. A investigação contra o petista nasceu da delação que Ricardo Pessoa, dono da UTC, acertou com a operação Lava Jato ao apurar o Petrolão. Como havia foro privilegiado em jogo,o material colhido foi remetido para Teori Zavascki, que disse não ver relação da denúncia com a Petrobras. Escolhido por sorteio, Celso de Mello entendeu que o caso não deveria ser devolvido para Curitiba, mas para São Paulo, 408 km distantes de Sérgio Moro.

O segundo foi Edinho Silva, ex-tesoureiro da campanha de Dilma. Quando a Lava Jato chegou a Brasília, a petista o colocou no comando da SECOM, garantindo-lhe foro privilegiado. Com o afastamento da presidente, Edinho foi exonerado, mas Teori mais uma vez disse que o caso não tinha ligação com a Petrobras, remetendo-o à Justiça do próprio Distrito Federal, e ignorando mais uma vez que a denúncia havia sido levantada pela Lava Jato.

Agora foi a vez de Lula, nomeado ministro por Dilma quando a “República de Curitiba” já havia digitado o pedido de prisão do ex-presidente. A investigação em questão analisa o caso em que o o petista teria tentado comprar o silêncio de Nestor Cerveró quando o ex-diretor da Petrobras se preparava para contar tudo o que sabia a respeito das maracutaias que testemunhou na estatal. Ainda assim, Teori Zavascki alegou não haver qualquer relação com o Petrolão, e mais uma vez remeteu o material para a Justiça do próprio Distrito Federal.

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