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Todos os mandatos presidenciais do PT teriam nascido de campanhas “contaminadas”

Em delação já homologada por Edson Fachin, João Santana e Mônica Moura entregaram à Lava Jato os podres das oito campanhas presidenciais vencidas com a ajuda do suor do casal. Isso inclui as três últimas vitórias do PT: 2006, com Lula, 2010 e 2014, com Dilma Rousseff.

Se os três pleitos foram objeto do acordo assinado com a Procuradoria-geral da República, a Lava Jato caminha para provar que ao menos os últimos 9 anos da era petista foram conquistados por intermédio de campanhas “contaminadas”. Porque o STF delimitou a operação ao esquema que corroeu a Petrobras, Deltan Dallagnol e Rodrigo Janot terão dificuldades para voltarem no tempo até a campanha de 2002, que rendeu a Lula o primeiro mandato. Afinal, o Petrolão teria nascido do desmonte do Mensalão, ocorrido em 2005.

A não ser que atentem a uma notícia esquecida há um ano, mas oriunda de um lapso interno de uma Petrobras ainda sob o comando do petismo. Na ocasião, um depoimento publicado em página temática da própria estatal confessou que desviaram imposto sindical para as campanhas de Lula em 1998 e 2002.

O que leva a outra conclusão tão ou mais importante: ainda que pela força sindical, o PT já tinha poderes dentro da gigante do petróleo mesmo na condição de oposição ao governo FHC.

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