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Um eventual governo Temer reduziria o número de ministérios dos atuais 31 para 20

Um primeiro sinal de boa vontade de um eventual governo conduzido por Michel Temer viria de uma drástica redução no número de ministérios, atendendo, assim, a uma das maiores reclamações dos críticos do petismo. Mas, mesmo prometendo uma esplanada menor, mira-se um quadro ministerial politicamente mais forte. Segundo O Globo, Armínio Fraga na Fazenda, Ronaldo Caiado na Agricultura e José Serra na Saúde completariam a linha de frente dos sonhos do atual vice-presidente.

Nesse quadro, o PMDB ficaria com menos ministérios do que possui hoje ou não conseguiria compôr um núcleo ideológico com DEM, PSB e PSDB, e ainda atrair a simpatia de PP, PR e PSD. Juntas, as siglas somam 298 deputados, o que garantiria ao executivo uma boa maioria na Câmara, ainda não qualificada – o que é bom para a população, que sofreu toda sorte de abusos nas mãos de uma base petista com quase 400 parlamentares.

Fraga anda hesitante em aceitar o convite, mas abençoaria os presidentes do Insper, Marcos Lisboa, e da Federação Brasileira dos Bancos, Murilo Portugal, como alternativas ao seu nome.

Quanto à Casa Civil, prometida a Lula, iria para as mãos de Eliseu Padilha, o principal consultor de Michel Temer ainda hoje. E Lula voltaria para os cuidados de Sérgio Moro.

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