facebook
Ir para o conteúdo

Um quarto das pessoas que elegeram Dilma Rousseff se nega a votar em Lula em 2018

Em 26 de outubro de 2014, um total de 54.501.118 brasileiros apertaram a tecla “um”, a tecla “três” e a tecla “confirma” reelegendo o governo mais corrupto e incompetente da história do Brasil. Hoje, o que pensa essa camada da população a respeito da crise econômica e política na qual meteram o país? Os mais recentes levantamentos do DataFolha ajudam a esclarecer.

Quando questionado o candidato que pretendem eleger na próxima disputa, apenas 12% prometem de cara votar em Lula, contra 3% que acham possível escolher Dilma pela terceira vez seguida. Quando sugeridos nomes, apenas 2 em cada 5 querem ainda saber do PT, interesse assumido por 3 em cada 5 em eventuais segundos turnos. Um quarto deles, contudo, diz que jamais votará no ex-presidente. E 4% vão de Jair Bolsonaro em 2018.

Mesmo partindo deles a escolha do vice-presidente em 2014, vergonhosos 36% não sabem o nome de Michel Temer, o presidente em exercício (a média nacional não passa de um terço). Somente 11% aprovam os dois meses de gestão do interino, contra 37% que dizem ser ruim ou péssima. Um em cada cinco dá nota zero ao trabalho realizado até aqui, e a média não supera um quatro. Dois em cada cinco, no entanto, são a favor de que Dilma seja afastada em definitivo do cargo. E 32% defendem que o melhor para o Brasil é o peemedebista continuar no cargo até 2018 – contra 53% que pregam o retorno da petista.

Antecipação das eleições? Apenas 3% veem nisso a melhor saída.

Curiosamente, a maior fatia desse eleitorado (29%) concorda que a corrupção é o maior problema do país. E 55% acham o trabalho de Sérgio Moro bom ou ótimo.

Deveriam tornar isso mais claro ao restante da população.

Curtiu o texto? Contribua com o crowdfunding (financiamento coletivo) do autor e/ou siga-o no Twitter e Facebook.